“Um dos nomes mais importantes da arquitetura e do design internacionais, o italiano Gaetano Pesce criou para a Melissa um modelo que já nasce hit, fazendo a história dos grandes colaboradores da marca. Totalmente customizável, a Melissa + Gaetano Pesce é, à primeira vista, uma irreverente ankle boot, formada por círculos vazados. De tesoura na mão, a criativa dona desta Melissa pode transformá-la no sapato que desejar: de rasteirinha a sandália!
Amei: Melissa Gaetano Pesce
“Um dos nomes mais importantes da arquitetura e do design internacionais, o italiano Gaetano Pesce criou para a Melissa um modelo que já nasce hit, fazendo a história dos grandes colaboradores da marca. Totalmente customizável, a Melissa + Gaetano Pesce é, à primeira vista, uma irreverente ankle boot, formada por círculos vazados. De tesoura na mão, a criativa dona desta Melissa pode transformá-la no sapato que desejar: de rasteirinha a sandália!
Felizes as gringas!
Fonte: InStyle
Resultado do sorteio Eyeko
Que é o número da:
Parabéns, Luciene! (Já se inscreveram na promo da MIX-USE?)
Japonesas fashion + Gaga = ?
O site TokyoFashion.com publicou fotos de fãs na entrada do show da Lady Gaga que aconteceu em Tóquio, mirem que tudo:
Vejam mais fotos no TokyoFashion.com
E por que que a gente não é assim???
Sobre a utilidade das inutilidades
“Há quem diga da poesia: uma inutilidade. Que bobagem.
Inútil, na verdade, é acreditar na utilidade de um mundo sem poesia.
Que utilidade teria um mundo absolutamente pragmático, positivo, incontestável, absolutamente concreto e centrado no indelirável?
Que utilidade pode haver não apenas em um mundo, mas em qualquer coisa cuja única função seja ser útil?
As coisas podem ser, sim, práticas e próprias para utilização em benefício da materialidade humana. Mas, porque não podem ser poéticas?
E não é isso, um pouco de poesia no duro mundo do concreto, a existência de tantas curvas em Niemeyer?
E não seria por isso que, no exercício diário da sobrevivência, o gari samba ou valsa ou tangueia, flanando pelo palco de asfalto abraçado à vassoura em total concubinato com a fantasia, prima-irmã da poesia?
Imagem: Criarte
Não é necessário ser um erudito. Não é preciso saber de anapestos, eneassílabos, heterométricos, redondilhas menores nem alexandrinos. Nem é assim tão importante que você escreva alguma.
Quase uma heresia, vamos ao extremo de que talvez nem seja necessário que você leia nada. Veja bem. Eu disse talvez. O que não significa nada.
A não ser que é possível ver, sentir, admirar a poesia simplesmente abrindo os olhos. Ou fechando. Abrindo os olhos para o que existe além de cada objeto. Fechando os olhos para o que os xiitas racionalistas insistem em colocar por sobre a imanente poesia das coisas.
Porque cada coisa guarda, em si mesma, a poesia. Porque tudo é metáfora, mesmo que você não saiba nem o que é metáfora ou, sabendo, assim não o queira.
Porque uma cadeira nunca é uma cadeira. Uma cadeira é a metáfora que usamos, na concretude, para descanso.
E lembro de Rubem Alves, que com sua pedagogia dos sentidos nos ensina que nosso corpo carrega pela vida duas caixas: uma, a caixa das ferramentas, a caixa das coisas que precisamos para viver.
Outra, a caixa dos brinquedos, aquelas coisas inúteis das quais não necessitamos para viver, mas que são imprescindíveis para sermos felizes.
É nessa segunda caixa que estão as bolas de meia, os abraços dos avós, o por do sol com os pés na areia e o rodopiar bêbado ao som de uma música qualquer.
É nessa segunda caixa que está Cortazar, que nos ensina de forma absolutamente inútil e, por isso mesmo, imprescindível para sermos completos como seres humanos, como pousar tigres na mesa de jantar.
O mundo, caros e caras, talvez seja uma grande inutilidade. Quem sabe sejamos todos pequenas peças inúteis em um grande sistema caoticamente ordenado que tem a mesma utilidade de uma folha de bananeira que balança ao vento.
Não nos iludamos com o que é definitivo, palpável, absolutamente racional.
A razão está mais próxima da imaginação do que a certeza está próxima da verdade. Não custa nada obter, por exemplo, a sabedoria vegetal.
Aquela, de Manoel de Barros, a sabedoria que recebe com naturalidade uma rã no talo.
Existe, diga, algo mais útil do que isso?”
É o texto lindo de hoje do André.
DiY : rímel colorido e sombra cremosa
Assisti esse vídeo na Tv Ig e achei muito legal. Já tinha visto algumas meninas fazendo isso, então quis partilhar com vocês:
Dá para fazer com qualquer cor, esse verde-água e os azuis ficam lindos!
E para quem leu o post sobre pigmentos e não tem destreza com os bichinhos que nem eu, vai a dica simples e que dá super certo: faça uma misturinha de potencializador de sombras (o do Boticário é baratinho e ótimo) com um pouquinho de pigmento e você terá uma sombra cremosa com mega pigmentação e duração!
Quem testar me conte depois!
(Veja mais um truquezinho aqui).