Sessão filosofando do dia!

Você é daquelas que, como eu, gosta mais de dar do que receber?
(Limpem suas mentes, colegas)!
Não sei se já contei aqui, mas adoro livros que exploram a mente humana.

Já li todos do Irvin D. Yalom (“Quando Nietzche Chorou”) com a exceção de um que ele fala sobre momentos de luto.

Também tenho mania de ir lendo e marcando (às vezes copiando) trechos que parecem terem sidos tirados de dentro da minha cabeça e de reler o mesmo livro inúmeras vezes.

Quando me separei, (pausa para contar para vocês que meu pai está ouvindo Roberto Carlos no último volume: “você foi o maior dos meus casos”...) comprei o “Enquanto o amor não vem – em busca de si e do amor que se deseja”, de Yvanla Vanzant, uma escritora que gosto muito.

É claro que na época não entrou sequer uma sílaba na minha mente, então estou relendo-o.

Estava exatamente num trecho do livro quando recebi a caixa de presentes de uma colega blogueira muy simpática e fiquei pensando: "mas quanta gentileza, eu mereço isso?

Tá, mas e aí, fia?

E aí que o trecho é esse:

“Para muitos, é mais fácil dar do que receber.

Receber significa reconhecer que tudo o que vem para você é reflexo do que você merece.

As pessoas lhe darão coisas, oportunidades, recursos, seu tempo e energia, em resposta à quantidade de amor que você dá aos outros.

Isso pode tornar o ato de receber um desafio, pois você tem que acreditar que merece o que recebe”.

E parei para pensar sobre esse desafio de acreditar que sim, eu mereço aquele presente!

Será que isso é um caso de baixa autoestima?

Nunca tinha pensado nisso, e vocês?

Esse post é meio coisa de papo de psicoterapeuta, mas fiquei com isso na cabeça e quis partilhar com vocês!

(Até as fontes piraram, ficou cada trecho com uma diferente)!

4 comentários phynos:

  1. Conta a fonte de onde veio esse trecho? Super me identifiquei TOTAL! rsrsrs E sim, acho que tem muito a ver com uma auto-estima que deveria ser trabalhada... rs Eu tenho a mesma mania: anotar trechos de TUDO que eu leio por aí e me identifico de alguma maneira: livros, músicas, poemas - até diálogos de filmes! Por isso tenho um blog já há um tempinho, onde faço a compilação de todas essas coisas. E tenho a mesma mania: reler livros de vez em quando. Depois que lemos a primeira vez, parece que há um tempo de digestão: da leitura e da vida - aí na segunda vez parece que faz mais sentido. Na terceira vez então, vc descobre ainda mais coisas novas. Por isso que eu amo livros. E deixa eu parar de escrever pq isso aqui ficou um exagero de comentário. Bjos! Ah! E curto muito seus posts de reflexão.

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  2. Eu também acho que a primeira leitura passa meio que batido, na segunda a gente absorve alguma coisa e tempos depois a gente relê e chega à conclusão de a leitura valeu ou não. E eu sempre grifo porque parece que se eu não grifar não vai entrar na minha cabeça, hehehehehehe! O nome do livro está no post, é o "Enquanto o amor não vem", que diz sobre o meio-tempo entre um amor e outro, muito bom!
    Beijo grande, flor!

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  3. aaihh gosteiii oh
    eu nunca tinha pensando por esse ponto de vista
    bjosss

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  4. O meu lado intelectual é mais forte que o meu lado blogueira de moda e beleza sabe? Irvim Yalom é Deus pra mim e eu amoooooo... e livro é como a bíblia> quando a gente está na pior sempre cai um na nossa mão com uma mensagem que cabe direitinho para o momento, né? Então seu post é PERFEITO! Eu amei e dentro de nós tem que ter espaço pra papo de psicoterapeuta também, né? e pra livros... e pra Roberto Carlos... etc etc etc
    Beijocas
    Dendê

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"Quer fazer valer sua opinião? Faça isso de forma sensata, bem argumentada, e, principalmente, sem sofismas. Evite divergir pelo simples prazer de ser do contra. Defenda sua posição de forma racional. Diante de um novo ponto de vista, pode ser que o autor do artigo até se penitencie, afinal: 'Não há mal nenhum em mudar de opinião. Contanto que seja para melhor.'" (osinvencioneiros.com.br)