Furoshiki – A arte do embrulho

Prático, versátil, reutilizável, eco-amigável e excepcionalmente belo!

A “envoltura com pano” é tanto util quanto bonita. No dia a dia é utilizada para embrulhar e transportar caixas com o almoço (o clássico bento) para o trabalho ou piqueniques e em ocasiões especiais como complemento aos presentes.
História e Desenvolvimento do Furoshiki
O furoshiki nada mais é do que um pedaço de tecido, que pode ser seda, algodão ou nylon entre outros, geralmente pintado com temas tradicionais ou usando o shibori (uma técnica de pintura de tecidos). Seu tamanho pode variar de poucos centímetros até maior do que um lençol, mas as medidas mais comuns são 45, 68 e 72cm. Os registros de sua utilização datam do período Nara (710 a 794 DC).

A palavra furoshiki tem origem em uma de suas principais utilizações durante o período Edo, quando eram utilizados para embrulhar as roupas daqueles que freqüentavam os banhos públicos no Japão. O nome furoshiki se escreve com os ideogramas de "furo" (banho) e "shiki" (abrir, espalhar).

Existem muitas formas de se utilizar o furoshiki para embrulhar os mais diversos objetos e, dependendo do formato do que se quer embrulhar, a técnica muda bastante quase sempre resultando em um embrulho charmoso e diferente. Além do charme, o furoshiki é ecologicamente correto, pois substitui o papel e as sacolas de plásticos no embrulho e transporte de objetos, além de ser reutilizável. Em 2006 o próprio ministro do meio-ambiente do Japão lançou um furoshiki temático com o objetivo de promover o seu uso em outros países.

O furoshiki é um excelente presente. E não só para utilizar como toalha de mesa. O furoshiki pode embrulhar vários objetos, curiosamente moldados em um único, de maneira segura e fácil de transportar.

Assista aqui um vídeo ensinando como fazer algumas bolsas:

Então que tal aprender a fazer alguns embrulhos clássicos com o furoshiki, e dar um toque charmoso, exótico e ecológico aos seus próximos presentes?

1 comentários phynos:

"Quer fazer valer sua opinião? Faça isso de forma sensata, bem argumentada, e, principalmente, sem sofismas. Evite divergir pelo simples prazer de ser do contra. Defenda sua posição de forma racional. Diante de um novo ponto de vista, pode ser que o autor do artigo até se penitencie, afinal: 'Não há mal nenhum em mudar de opinião. Contanto que seja para melhor.'" (osinvencioneiros.com.br)